Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Disso Você Sabia ? 2

Noticias que você não ouve ou vê na mídia. Até que ponto nos contaram é verdade?,

Noticias que você não ouve ou vê na mídia. Até que ponto nos contaram é verdade?,

João Vaccari decide quebrar o silêncio

Em março passado, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto teve uma conversa reveladora com um de seus companheiros de cárcere. A situação de abandono do superburocrata petista, sentenciado a mais de 24 anos de prisão e com pelo menos outras quatro condenações a caminho, fez o interlocutor perguntar se ele não considerava a hipótese de tentar um acordo de delação com a Justiça. Conhecido pelo temperamento fechado, que lhe rendeu o apelido de "Padre" nos tempos de militância sindical, Vaccari respondeu como se já tivesse pensado muito sobre o assunto: "Não posso delatar porque sou um fundador do partido. Se eu falar, entrego a alma do PT. E tem mais: o pessoal da CUT me mata assim que eu botar a cara na rua". Algo aconteceu nos últimos dois meses. Depois desse diálogo travado com um petista importante e testemunhado por outros presos, Vaccari não resistiu às próprias convicções e resolveu romper o pacto de silêncio. O caixa do PT, o homem que durante décadas atuou nas sombras, o dono de segredos devastadores, decidiu delatar.

EUA: Democratas, com Hilary, são hoje o Partido da Guerra



Com a escolha de Hillary Clinton como sua indicada presuntiva às eleições presidenciais, o Partido Democrata passou a ser um agressivo partido da guerra, depois de ter sido o que se poderia dizer um partido relutante da guerra. Praticamente sem debate, essa virada histórica fecha um ciclo, desde as atitudes antiguerra dos Democratas que começaram em 1968 e agora terminam, em 2016.

Desde a Guerra do Vietnã, os Democratas têm sido vistos como o mais pacífico dos dois grandes partidos nos EUA, com os Republicanos frequentemente atacando os candidatos Democratas por serem "soft" no que tivesse a ver com uso de força militar.

Mas a ex-secretária de Estado Clinton já deixou claro que mal pode esperar para usar força militar e fazer "mudança de regime" em países que se intrometam na trilha dos desejos dos EUA. Cedeu a estratégias dos neoconservadores favoráveis a intervenções violentas, especialmente no Oriente Médio, e adotou posição beligerante também contra a Rússia nuclear e, em menor extensão, também contra a China.


Em meio a celebrações por provavelmente vir a ser o primeiro grande partido norte-americano a indicar candidata mulher à presidência, os Democratas parecem pouco interessados em discutir que estão abandonando posição que já durava quase meio século como partido mais resistente ao uso de força militar. Clinton – notório falcão pró-guerra – não deu nunca qualquer sinal de algum interesse em, ou inclinação para, repensar suas atitudes pró-guerra.

Como senadora por New York, Clinton votou e apaixonadamente apoiou a Guerra do Iraque, e só conteve um pouco o furor belicista em 2006, quando ficou evidente que os eleitores Democratas já se posicionavam firmemente contra a guerra, e a posição belicista comprometia as chances dela para alcançar a indicação do Partido, que ela perdeu para Obama – que se opunha à guerra do Iraque.

Mas, para reduzir tensões com a ala clintonista do partido, Obama nomeou Hillary sua secretária de Estado – uma das primeiras e mais fatídicas decisões de sua presidência. E também manteve o secretário de Defesa de George W. Bush, Robert Gates, e membros neoconservadores do alto comando militar, como o general David Petraeus.

Essa "Equipe de Rivais" – batizada segundo o primeiro gabinete de Abraham Lincoln na Guerra Civil – criou e manteve um poderoso bloco de sentimento pró-guerra, que empurrou Obama na direção de soluções mais militaristas do que ele (talvez) preferisse, especialmente no caso da lamentável "avançada" contrainsurgentes no Afeganistão, em 2009, que pouco conseguiu além de mais 1.000 soldados norte-americanos mortos e muitos mais afegãos.

Clinton foi empenhada apoiadora daquela "avançada" – e Gates registrou em suas memórias que ela reconhecera que só se opusera à "avançada" na Guerra do Iraque em 2007 por razões políticas. Nos conselhos internos sobre a política externa de Obama, Clinton assumiu sempre as posições mais neoconservadoras, como defender um golpe em Honduras em 2009, que depôs presidente progressista e democraticamente eleito.

Clinton também sabotou todos os esforços iniciais a favor de acordo pelo qual o Irã entregaria grande parte de seu urânio enriquecido, incluindo a iniciativa organizada em 2010, a pedido de Obama, pelos líderes do Brasil e Turquia. Clinton fez naufragar esse acordo e escalou as tensões com o Irã, seguindo o que mais interessava à direita israelense do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, um dos favoritos de Hillary Clinton.

Lenha na fogueira da Guerra na Líbia

Em 2011, Clinton conseguiu convencer Obama a ir à guerra contra a Líbia para fazer mais uma "mudança de regime", embora mascarando toda a operação sob o objetivo mais modesto de estabelecer apenas uma "zona aérea de exclusão" para "proteger civis".

O líder líbio Muammar Gaddafi já dissera que estava combatendo contra jihadistas e terroristas que estavam construindo bases e fortalezas em torno de Benghazi, mas Clinton e seu Departamento de Estado insistiram em acusá-lo de estar atacando civis e (numa das mentiras mais doentias jamais inventadas para gerar mais e mais guerra) de distribuir Viagra aos seus soldados, para que estuprassem mais e mais mulheres.

Apesar da resistência de Rússia e China, o Conselho de Segurança da ONU caiu na esparrela da 'proteção aos civis'. Rússia e China optaram por abster-se na votação – o que deu à Clinton sua tão desejada "zona aérea de exclusão". Mas, tão logo a obteve, o governo Obama e vários aliados europeus mostraram o plano que realmente tinham já em andamento: destruir o exército líbio e preparar o caminho para a derrubada violenta de Gaddafi.

Privadamente, os mais altos assessores de Clinton viram a "mudança de regime" na Líbia como uma chance para estabelecer o que chamavam de "Doutrina Clinton" – sobre usar o "smart power" com planos para que Clinton subisse ao centro do palco e reivindicasse para ela os méritos, depois de Gaddafi ser derrubado. O plano não deu certo, porque o presidente Obama rapidamente assumiu a ribalta depois do colapso do governo Gaddafi.

Mas Clinton logo receberia sua segunda chance para reivindicar as glórias por mais esse assassinato, quando jihadistas rebeldes capturaram Gaddafi dia 20/10/2011, o torturaram e o mataram. Ao saber da morte de Gaddafi, Clinton deixou-se ver numa entrevista a uma rede de TV em que declarou, "viemos, vimos, ele morreu" – e gargalhou gostosamente.

O bom-humor da Clinton teve vida curta. A Líbia rapidamente mergulhou no caos, com extremistas islamistas ascendendo ao controle de grandes áreas do país. Dia 11/9/2012,jihadistas atacaram o consulado dos EUA em Benghazi e mataram o embaixador Christopher Stevens e três outros funcionários norte-americanos. E o mundo entendeu que, sim, Gaddafi sempre conhecera perfeitamente bem a natureza de seus inimigos.

Sem se intimidar pela desgraça em que mergulhara a Líbia, Clinton fez planos semelhantes para a Síria, onde novamente ela marchou em coluna cerrada com os neoconservadores e respectivos apêndices de "intervencionistas liberais", em apoio a mais uma "mudança de regime" pela violência, para derrubar a dinastia Assad, um dos principais objetivos de neoconservadores e israelenses desde a década dos 1990s.

Hillary pressionou Obama a favor da escalada no embarque de armas e treinamento para rebeldes antigoverno ditos "moderados", mas que, de fato, colaboravam em íntima associação com forças islamistas radicais, inclusive com a Frente Al-Nusra (a Al Qaeda na Síria) e com outros jihadistas ainda mais extremistas (os quais, adiante, viriam a ser o chamado "Estado Islâmico").

Mais uma vez, os planos de guerra da Clinton vieram travestidos em linguagem humanitária, como a necessidade de criar uma "zona segura" dentro da Síria para salvar civis. Mas os planos dela exigiriam que os EUA cometessem crime grave, de invadir militarmente país soberano, destruir a Força Aérea local e grande parte das forças armadas sírias, para só assim criar condições para mais uma "mudança de regime".

No caso da Síria contudo, Obama resistiu contra a pressão de Hillary e outros falcões da guerra ativos dentro do próprio governo dele. O presidente aprovou alguma ajuda clandestina aos rebeldes e permitiu que Arábia Saudita, Turquia e os estados do Golfo fizessem ainda mais, mas não admitiu uma grande invasão de forças dos EUA – para grave desapontamento da Clinton.

Caminhos que se bifurcam

Hillary finalmente deixou o governo Obama no início do segundo mandato, em 2013, para alguns por vontade dela, para outros porque Obama afinal decidira andar na direção de negociações sérias com o Irã sobre o programa nuclear, e pressionar realmente Israel para que chegasse a um acordo de paz, eternamente adiado, com os palestinos. E o secretário de Estado John Kerry parecia disposto a fazer o trabalho politicamente mais arriscado, que Hillary absolutamente nunca faria.

Muitos, na esquerda norte-americana ridicularizam Obama chamando-o de "Obomber" e criticam ferozmente que ele tenha aceitado, hipocritamente, o Prêmio Nobel em 2009. E não há dúvidas de que Obama consumiu seus dois mandatos em guerras intermináveis, e bombardeou pelo menos sete países por decisão pessoal sua. Mas a verdade é que, de modo geral, o presidente sempre esteve no grupo menos belicista de sua própria equipe, advogando uma aplicação "realista" (de fato, "contida") do poderio dos EUA. Hillary é o contrário disso: sempre esteve entre os elementos mais belicistas do mais alto escalão do governo.

Um momento de teste radical para Obama aconteceu em agosto de 2013, depois de um ataque com gás sarín nos arredores de Damasco, Síria, que matou centenas de sírios e que o Departamento de Estado e a mídia-empresa norte-americana dominante imediatamente atribuíram às forças do presidente Bashar al-Assad da Síria.

Houve pressão quase generalizada dentro da Washington oficial para implantar a "linha vermelha" de Obama contra Assad por 'ter usado' armas químicas. Nesse momento intenso pró-guerra, assumia-se em geral que Obama ordenaria violento ataque retaliatório contra o exército sírio. Mas a inteligência norte-americana e figuras chaves nas forças armadas dos EUA farejaram alguma coisa, alguma provocação feita por extremistas islamistas, para arrastar os EUA para a guerra síria ao lado deles.

No último instante, e com pesado custo político para si mesmo, Obama ouviu as dúvidas e suspeitas de seus assessores da inteligência, e cancelou o ataque, enviou a questão ao Congresso dos EUA e, na sequência aceitou um acordo negociado pelos russos, pelo qual Assad entregou todas as armas químicas, mesmo sem jamais admitir qualquer responsabilidade no ataque com gás sarín.

Com o tempo, todo o caso construído contra Assad entraria em colapso. Só foi encontrado um foguete que teria transportado o gás sarín, mas tinha alcance limitado, e a posição de disparo foi determinada em territórios controlados por rebeldes. Os 'saberes' convencionais dentro da Washington convencional não mudaram. Até hoje especialistas e políticos criticam Obama por não ter imposto e feito valer sua "linha vermelha".

Mas ninguém tem dúvidas sobre o que Hillary Clinton teria feito. Ela sempre promoveu e pregou que os EUA tivessem papel militar muito mais agressivo na Síria, desde o início dos tumultos naquele país, em 2011. Assim como jamais se incomodou com usar propaganda e simulação para conseguir sua tão desejada "mudança de regime" na Líbia, com certeza teria feito o mesmo também na Síria, recolhendo o pretexto do ataque com gás sarín – "que matou criancinhas inocentes" – para destruir também o exército sírio, por mais que já não houvesse qualquer dúvida de que os rebeldes haviam sido os reais culpados pelo ataque.

Eterna ânsia doentia por mais e mais guerras 

De fato, durante a campanha de 2016 – nos poucos momentos em que se aproximou de questões de política externa – a Clinton declarou que, como presidenta, teria ordenado que os militares dos EUA invadissem a Síria. "Sim. Ainda apoio uma zona aérea de exclusão" – disse ela no debate do dia 14 de abril. Também quer uma "zona segura" que exige que os EUA ocupem militarmente áreas do território da Síria.

Mas já ninguém acredita hoje que alguma invasão da Síria ordenada por Hillary pararia numa "zona segura". Como na Líbia, tão logo o camelo metesse o nariz na tenda, em pouco tempo o bicho já estaria inteiro lá dentro, sem espaço para mais ninguém.

Talvez o mais apavorante seja o que Clinton, numa eventual presidência, fará contra Irã e Ucrânia, dois países onde o comportamento beligerante dos EUA pode fazer eclodir guerras muito maiores.

Por exemplo, a presidenta Hillary Clinton pressionará de tal modo os iranianos – como Netanyahu deseja que ela faça –, que os iranianos talvez acabem por denunciar o acordo nuclear, o que daria à Clinton o pretexto que ela procura para bomba-bomba-bomba-bombardear o Irã.

E se, na Ucrânia, Clinton escalar o apoio dos EUA ao governo golpista ucraniano anti-russos, estimulando aquelas forças para que ataquem os rebeldes russos étnicos no leste da Ucrânia e "libertem" o povo da Crimeia, "oprimido" pela "agressão russa" (mesmo que esse próprio povo tenha decidido, por 96% dos votos, separar-se do estado ucraniano falido e reintegrar-se à Federação Russa)?

Um possível governo Clinton esperará que os russos se encolham e aceitem esses massacres? Ou será que empurrará as tensões para mais um degrau acima, tentando demonstrar que pode ser muito durona contra o presidente Vladimir Putin da Rússia – o mesmo que Hillary comparou a Hitler? Será que comprará o mais recente delírio dos neoconservadores, de que os EUA devem forçar uma "mudança de regime" em Moscou? Ou Hillary será suficientemente esperta para ver o quanto pode ser perigosa essa 'instabilização'?

Claro, deve-se esperar sempre que as ações de Hillary sempre venham fantasiadas com as lágrimas de crocodilo da guerra "humanitária", aquelas guerras que os EUA iniciam para "salvar criancinhas" ou para impedir o inimigo de "estuprar meninas indefesas". A verdade dessas alegações emocionais ficará para ser decifrada por historiadores do futuro, depois dessas neoguerras. Mas até lá, uma presidenta Clinton teria todas as guerras com que tanto sonha.

Com a experiência que tenho, depois de cobrir Washington durante quase 40 anos, sempre me surpreendo com o quanto podem ser 'nuançadas' as preocupações com proteger direitos humanos. Quando civis "amigos" estão morrendo, nos dizem que temos uma "responsabilidade de proteger"; mas quando são soldados norte-americanos que massacram civis de país ou movimento adversário, as notícias das atrocidades são desqualificadas como "propaganda inimiga" ou são completamente ignoradas. Nesse quesito, Hillary Clinton é uma das mais cínicas agentes de propaganda.

Trocar de lugar 

Mas o grande quadro para os Democratas é que já estão embarcados em extraordinária virada histórica, compreendam ou não o que se passou: os Democratas substituíram os Republicanos norte-americanos como o partido que promove guerra de agressão, embora evidentemente muitos Republicanos sempre tenham dançado pelo tambor neoconservador, como Clinton e os "liberais intervencionistas". E Donald Trump, apesar de seus muitos defeitos, abraçou ponto de vista relativamente pacífico, especialmente na relação entre EUA e Oriente Médio, e EUA e Rússia.

Ao mesmo tempo em que muitos Democratas se parabenizam por estarem em posição de vir a ser o primeiro partido a indicar candidata mulher à presidência dos EUA, eles talvez sejam obrigados a decidir se tal prioridade histórica justifica meter na Casa Branca um furioso falcão belicista, mas mulher. 

De certo modo, é questão já antiga para os democratas decidirem quais as políticas mais importantes, se as políticas 'de identidade' ou as políticas antiguerra.

Pelo menos desde 1968, e aquela caótica convenção Democrata em Chicago, o partido vinha fazendo avançar, às vezes alternadamente, essas duas agendas, pressionando na direção de mais direitos e mais abrangentes para todos, e buscando refrear os impulsos militaristas na nação.

Nos anos 1970s, os Democratas rejeitaram amplamente a Guerra do Vietnã, enquanto os Republicanos sacudiam bandeiras e declaravam que posições antiguerra seriam equivalentes a traição. Nos anos 1980s e início dos 1990s, Ronald Reagan e George H.W. Bush voltaram a fazer das guerras atividades mais 'leves' – Grenada, Afeganistão, Panamá e Golfo Persa, todos esses conflitos de custo relativamente mais baixo e conclusão vitoriosa.

À altura dos 1990s, Bill Clinton (ao lado de Hillary Clinton) viu o militarismo como mais uma questão a ser 'triangulada'. Com a extinção da União Soviética, o segundo governo Clinton viu uma oportunidade para brincadeiras de menino/menina, de baixo custo e mais violentas – com duro e prolongado embargo e ataques aéreos periódicos contra o Iraque (ações que causaram a morte de, na contagem da ONU, meio milhão de crianças); atacou a Sérvia até submetê-la, na questão do Kosovo; e expandiu a OTAN rumo leste, na direção das fronteiras da Rússia.

Mas Bill Clinton piscou ante as ideias mais extremistas dos neoconservadores, como as do Projeto para um Novo Século Norte-americano, que trabalhava a favor de uma "mudança de regime" implantada à força militar no Iraque. Esse 'projeto' teria de esperar por George W. Bush depois dos ataques de 11/9. Como senadora por New York, Hillary Clinton cuidou de garantir para si um lugar a bordo da guerra contra o Iraque, quando se associou a Israel nos bombardeios contra o Líbano e contra os palestinos em Gaza.

Hillary Clinton já estava levando a 'triangulação' a ângulos ainda mais agudos, quando apoiou praticamente toda e qualquer posição do governo de Netanyahu em Israel e alinhou-se aos neoconservadores que iam cimentando o próprio controle sobre oestablishment da política externa de Washington. 

O único e rápido flerte de Hillary com alguma posição antiguerra aconteceu em 2006, quando seus conselheiros políticos a informaram de que o apoio que ela insistia em dar à Guerra do Iraque de Bush poria fim a quaisquer aspirações que ela tivesse à indicação dos Democratas como candidata presidencial.

Mas imediatamente depois, como secretária de Estado de Obama, de 2009 a 2013, Hillary novamente rufaria suas penas de falcão belicista. E hoje, tão logo sentiu que tinha assegurada a indicação como candidata dos Democratas em 2016 (depois do sucesso na primárias do sul) Hillary outra vez pivoteou-se de volta a posições de linha mais dura, de apoio irrestrito a Israel e de defesa cega e surda da guerra dela contra a Líbia – que ela ainda não admite que tenha sido completo fracasso.

Neoconservadores mais espertalhões já se alinham para garantir apoio à candidata dos Democratas, sobretudo depois da tomada hostil, por Donald Trump, do controle sobre o Partido Republicano; e do desdém que Trump nunca se cansa de demonstrar pelas estratégias belicistas dos neoconservadores que, para ele, não passam de ações para semear o caos pelo planeta. Como o New York Times noticiou, Clinton é "a nave na qual muitos intervencionistas estão depositando suas esperanças". 

Robert Kagan, cofundador do Projeto para o Novo Século Norte-americano, endossou a indicação de Clinton. Disse que "sinto-me seguro com ela na política exterior. Se ela promover a política que pensamos que promoverá, será política que pode ser chamada de neoconservadora, mas é claro que seus apoiadores não usarão essa palavra. A política de Hillary receberá algum outro nome qualquer" [sobre isso ver Consortiumnews.com, "Yes, Hillary Clinton Is a Neocon" (Sim, Hillary Clinton é neoconservadora")].

Por tudo isso, ao escolher Clinton, os Democratas deram volta completa, 360 graus, e retornaram aos dias de antes 1968 e da Guerra do Vietnã. Depois de meio século de contribuir para política externa mais pacífica – e, de algum modo, para gastos menores na compra de armas – que os Republicanos, os Democratas são hoje o mais violento partido norte-americano pró-guerra.

Robert Parry, Consortium News

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

blogdoalok

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2016/06/eua-democratas-com-hilary-sao-hoje-o.html

10 coisas estranhas encontradas vivendo dentro de seres humanos


 

Todo mundo já ouviu lendas urbanas sobre pessoas que foram nadar em rios ou lagos e descobriram semanas mais tarde que tinham engolido um ovo e agora tinham uma cobra totalmente crescida ou algo do tipo vivendo dentro do seu corpo. Claro, essas histórias são ridículas. A maioria dos animais seria completamente incapaz de viver dentro de um corpo humano. Mas, por mais improvável que pareça, existem exceções a esta regra, algumas um pouco mais chocantes do que você pode imaginar.

10. Vagem no pulmão

No verão de 2010, Ron Svedan, um homem de 75 anos, estava com enfisema durante vários meses, tossindo muito e sentia muito menos energia do que o habitual. Embora muitas pessoas possam simplesmente assumir que este tipo de coisa é inevitável para um homem de 75 anos de idade, Svedan estava preocupado que tivesse um tumor em seu pulmão. Em um dia particularmente ruim, ele foi levado ao hospital e radiografado depois que sua esposa chamou os serviços de emergência. Os raios-X revelaram um crescimento em seu pulmão esquerdo, que também havia entrado em colapso. Levou uma agonia de 10 dias para os resultados de Ron voltarem do laboratório, mas, quando isso aconteceu, eles mostraram que o homem não tinha câncer.

Longe de um tumor, o crescimento dentro dele era na verdade uma vagem de ervilha pequena. Os médicos especulam que a ervilha tenha sido acidentalmente inalada e o pulmão provou ser uma atmosfera ideal – quente e úmida – para que ela viesse a brotar. A planta foi removida cirurgicamente, e Ron ficou bem. Ele não sentiu remorsos em relação às ervilhas por esta experiência – comeu algumas delas em sua primeira refeição após a cirurgia.

9. Peixe no pulmão

Anil Barela é um menino de Madhya Pradesh, na Índia. Um dia no ano passado, quando ele tinha 12 anos, começou a ter dificuldade para respirar depois de ter brincado em um rio com alguns amigos. Assim, ele procurou atendimento médico, e uma cirurgia relativamente curta e simples resolveu seu problema de respiração. A fonte de seus problemas acabou por ser um peixe de 9 cm que estava vivendo em seu pulmão. Aparentemente, a “brincadeira” no rio era engolir peixes vivos, um passatempo popular entre as crianças locais.

Anil tinha decidido colocar o peixe na boca e inalá-lo, em vez de simplesmente engolir a coisa como uma criança normal. A sucção puxou o peixe diretamente para seu pulmão. Ele ficou bem após a cirurgia, e o peixe ainda estava vivo quando os cirurgiões o encontraram no corpo do menino, embora tenha morrido pouco depois.

8. Larvas

Aaron Dallas era apenas um turista comum em uma viagem a Belize, no verão de 2007. As férias correram bem, em geral, aparentemente passando sem incidentes. “Aparentemente” porque, ao voltar para os EUA, Aaron notou várias protuberâncias em seu couro cabeludo. Os médicos inicialmente culparam picadas de insetos ou a herpes zóster – uma reativação do vírus da varicela -, até que eles notaram que as protuberâncias estavam em movimento. A causa? Cinco larvas estavam vivendo em seu couro cabeludo. Se ele tocava as protuberâncias, podia literalmente senti-las em movimento, mas, até os médicos identificarem os parasitas, pensavam que era apenas sangue correndo ao redor da cabeça do infeliz paciente. Mais terrível ainda, Dallas podia até mesmo ouvir as larvas dentro de sua cabeça. No fim, elas foram removidas, e agora todos nós podemos descansar tranquilamente sabendo que isso provavelmente nunca acontecerá novamente.

Exceto para Rochelle Harris, de 27 anos que, ao voltar para a Inglaterra vinda do Peru, começou a sofrer de dores de cabeça, dor no rosto e descargas sonoras causadas por um número de vermes em seu ouvido. Rochelle teve que passar horas ouvindo as larvas se deslocando ao redor de sua cabeça, enquanto os médicos tentavam em vão afogá-las com azeite de oliva. No final, oito larvas vivas foram removidas cirurgicamente da pobre mulher.

7. Enguia no intestino

Em 2010, um chef de 59 anos de idade não identificado foi a um hospital em Sichuan, na China, depois de sentir dores no abdômen, sangramento anal grave e outros problemas desagradáveis. Seus médicos, intrigados, optaram por realizar uma cirurgia exploratória, provavelmente à espera de encontrar algo como um tumor ou um órgão danificado. O que eles descobriram foi que o intestino delgado do homem estava danificado – pela enguia que eles encontraram vivendo lá dentro. No início, parecia que a enguia de alguma forma havia feito o seu caminho até o corpo do homem através de uma refeição que ele tinha comido no dia anterior, mas a causa real logo veio à tona: ele tinha saído para beber com os amigos e desmaiou. Então, eles decidiram fazer uma brincadeira inocente e não pensaram em nada melhor do que inserir uma enguia viva em seu ânus. O homem faleceu 10 dias depois.

Outro homem na China decidiu tentar fazer isso por si mesmo, depois de supostamente ter visto tal prática na pornografia. Ele foi admitido em um hospital e passou por uma cirurgia, onde uma enguia de 50 centímetros foi removida de seu corpo depois de ter mastigado o cólon do homem. Este indivíduo sobreviveu para enfrentar acusações de crueldade animal.

Um terceiro homem na China teve uma enguia nadando em sua bexiga (através da pior rota imaginável) durante um tratamento de spa que envolvia enguias comendo a pele morta para trazer as camadas mais saudáveis para a superfície da pele. Este homem viu – e provavelmente sentiu – a enguia de 15 centímetros em seu caminho, mas o animal revelou-se muito escorregadio para agarrar e teve que ser removido mais tarde.

6. Peixe na bexiga

Um menino de 14 anos na Índia foi para o hospital depois de sentir dor e dificuldade de ir ao banheiro, apesar de não ter histórico de problemas urológicos. Vários testes foram executados, e os médicos acabaram por ser capazes de identificar a fonte de sua angústia: havia um pequeno peixe vivendo dentro da bexiga do menino. Eles tentaram algumas maneiras diferentes de tirar o peixe para fora, e, eventualmente, tiveram que usar um ureteroscópio (que é exatamente tão terrível quanto parece, senhores).

Mas o que realmente faz esta história valer a pena é a desculpa do menino sobre a forma como o peixe acabou por lá: ele estava no meio da limpeza do seu tanque de peixes, quando precisou ir ao banheiro. Naturalmente, ele manteve o peixe em sua mão enquanto se aliviava, e, em seguida, o peixe escorregou da sua mão e pulou no primeiro lugar que viu pela frente – como peixes geralmente fazem. Como se toda a experiência não fosse bastante embaraçosa, o calvário do rapaz, uma vez que é algo tão único, é agora utilizado como um estudo de caso.

5. Árvore no pulmão

Artyom Sidorkin, morador da Rússia, começou a sentir dores no peito e tosse com sangue em 2009. Naturalmente, estes tipos de sintomas seriam o suficiente para assustar qualquer um, então ele visitou o seu médico para verificar o que estava acontecendo, e foi feito um raio-X para ver se ele tinha câncer. Os testes pareciam mostrar que ele tinha, então ele foi encaminhado para uma operação em seu pulmão.

Negligência ou confusão entre o pessoal médico pode resultar na remoção desnecessária de partes do corpo, por isso, Sidorkin deveria ser grato que seu médico decidiu dar uma olhada mais de perto no corpo estranho antes de cortar a maioria de um dos pulmões do paciente fora. Ele percebeu que a massa detectada pelo raio-X não era um tumor, mas na verdade o brotamento de um abeto, árvores nativas de florestas temperadas da Europa, Ásia e América do Norte. Tinha apenas cinco centímetros de altura, mas estava tocando alguns de seus capilares, o que explicava a dor extrema que ele estava sentindo. A planta foi removida de seu corpo, e ele teve uma recuperação completa.

4. Verme no olho

John Matthews estava tendo alguns problemas com a visão no olho esquerdo. Ela estava cada vez mais difusa, e havia duas manchas escuras constantemente à vista. Ele descrevia a sensação como olhar através de uma lente suja de lama. Naturalmente preocupado que estivesse perdendo a visão, John visitou o médico. Na primeira olhada, o Dr. James Folk não conseguiu encontrar o problema, mas depois de examinar o olho de John de perto, ele percebeu que havia um verme microscópico vivendo ali.

Não se sabe muito sobre o verme, uma vez que houve apenas 15 casos conhecidos como este, mas o que se sabe não é muito agradável. O verme é ingerido de alguma forma, e, em seguida, começa a fazer o seu caminho a partir do estômago através do corpo da pessoa, até o olho ou cérebro. Caso ele vá para o olho, sobrevive se alimentando na retina da pessoa. Apesar da visão ter ficado desfocada, Matthews podia ver o verme nadando ao redor de seu olho. Folk conseguiu matar o verme usando um laser, e John está fazendo exercícios para restaurar a visão, embora seja improvável que a recupere totalmente.

3. Aranha no ouvido

Em 8 de agosto de 2012, uma mulher chinesa foi até o Hospital Central de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço de Changsha, reclamando que seu ouvido estava coçando. Em vez de ignorar a mulher, o Dr. Liu Sheng olhou dentro do ouvido dela e fez provavelmente a mais emocionante descoberta de sua carreira: a senhora Lee tinha uma aranha em seu canal auditivo. E não uma daquelas aranhas minúsculas e indescritíveis. A intrusa tinha quatro olhos, estava coberta de cabelo, e tinha farpas que os médicos temiam que iriam ser enfiadas no ouvido da mulher caso o bicho fosse perturbado. Eles estimaram que a aranha se arrastou para dentro do corpo de Lee buscando abrigo enquanto ela dormia, cinco dias antes. Para colocá-la para fora, eles encheram o ouvido com solução salina, o que levou com sucesso a aranha para longe.

2. Tênia no cérebro

Rosemary Alvarez tinha apenas 37 anos quando um exame de ressonância magnética mostrou um sério tumor em seu cérebro. Alvarez havia se internado em um hospital em Phoenix, nos EUA, depois de sentir alguns sintomas muito preocupantes, tais como problemas de equilíbrio, deglutição e dormência. Não havia alternativa a não ser tentar uma operação arriscada. Foi neste ponto que o médico fez uma descoberta que, sem dúvida, ficaria com ele para o resto de seus dias.

A boa notícia era que Rosemary não tinha um tumor. A não tão boa notícia era que ela tinha uma tênia viva em seu cérebro. Embora terrível, isto era melhor do que ter um tumor. A tênia era mais fácil de remover e significava que ela não teria que se preocupar com o câncer.

Mas ainda havia a questão de como o verme chegou lá, e a resposta é muito nojenta. Em algum ponto, Rosemary deve ter comido alimentos contaminados pelas fezes de uma pessoa que tinha a tênia do porco. Se isso não fará com que você lave suas mãos, nada mais vai.

1. Filhotinhos de lula

No ano passado, uma mulher na Coreia do Sul (que não foi nomeada por razões que se tornarão óbvias) estava comendo lulas, especificamente, Todarodes pacificus. Ela estava comendo a criatura parcialmente cozida, sentiu uma sensação de ardor e cuspiu. Ainda assim, continuou a sentir o que ela descreveu como uma “sensação de corpo estranho” em sua gengiva, bochecha e língua. Acontece que, enquanto ela estava comendo, o saco de esperma da lula explodiu e ela foi “inseminada” (pelo menos tanto quanto a boca de uma mulher pode ser inseminada por uma lula). Quando ela foi examinada por médicos, eles removeram “12 pequenos organismos parecidos com insetos brancos” de sua boca. E casos como este não são tão raros como deveriam ser. Embora tenha havido poucos relatos similares no Japão, mesmo apenas um incidente como esse acontecendo dentro do nosso corpo já é bizarro e nojento o suficiente. 

[Listverse]

 Via: http://hypescience.com/10-coisas-dentro-corpo-humano/

 

 

Celia, a menina que deu nome à doença que atingiu apenas 6 pessoas no mundo

Quando Celia nasceu, em fevereiro de 2014, parecia um bebê normal.
Mas a menina espanhola era, na verdade, portadora de um gene mutante que, pouco a pouco, destruiria seus neurônios.
Seu caso foi um mistério durante muito tempo, e a doença que lhe acometia só foi descoberta depois de sua morte.
Os médicos batizaram o mal de "encefalopatia de Celia", uma enfermidade que até agora só foi detectada em seis pessoas no mundo, todas na região de Murcia, no sudeste da Espanha ─ a mesma da criança.
E apenas um dos pacientes diagnosticados com a doença ainda está vivo: uma menina de oito anos de idade.

Homem constrói rádio chamado ''espírito de Tesla'' adivinha o que acontece quando ele é ligado? Assustador...

Mrfixitrick mostra uma série de sete experimentos com seu assustador Rádio ''Tesla Espírito'', um circuito de rádio não-motorizado construído com cristal.

null
Ele mostra habilidades, tais como: Detectar relâmpagos, comunicar com voz misteriosas, interagir com todas as formas de luz, criar música e efeitos sonoros, ler uma tela de computador, atuar como um microfone, e detectar de pulsos de RF. 

O Rádio assustador é conectado diretamente ao som do computador iMac no Hijack software Pro e fornece o ganho e efeitos sonoros em tempo real baseado em antenas de rádio.

O Tesla Espírito ganhou recentemente o prêmio mensal chamado ''Gadget Anormal by Design News'',  da melhor revista de notícias de engenharia do mundo.

 
Veja também: Nikola Tesla afirmou: ''Existe vida em outros planetas'' e ''Comunicação com outros planetas poderia beneficiar a terra''


Polícia Federal constata elo milionário entre Instituto Lula e empreiteira da Lava-Jato

“Lula foi pego! Finalmente! Brasiiiiiiiiiillllll!”

Foi assim que definiu o colunista Felipe Moura Brasil, da Veja, sobre o laudo 1047/2015, da Polícia Federal, anexado nesta terça-feira, 9, nos autos da investigação Lava-Jato, que constatou repasses milionários de empreiteira envolvida no maior escândalo de corrupção da história da humanidade ao Instituto e à empresa de palestras de Lula.
“A Camargo Corrêa pagou R$ 3 milhões para o Instituto Lula e mais R$ 1,5 milhão para a LILS Palestras Eventos e Publicidade, de Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 e 2013.
É a primeira vez que os negócios do ex-presidente aparecem nas investigações da Operação Lava Jato, que apura um esquema de cartel e corrupção na Petrobrás com prejuízo de R$ 6 bilhões já reconhecidos pela estatal.

Com a OTAN chegando lá, é hora de os russos incluírem a América Latina em seus jogos militares


4/6/2016, Robert Bridge, RThttps://www.rt.com/op-edge/345422-OTAN-knocking-Rússia-latin-america/

Entreouvido na Vila Vudu:

Não se trata de 'recomendar' que os russos façam e aconteçam por aqui. Trata-se, isso sim, de fazer-ver que o mundo vê muito claramente a importância crucial que tem a América Latina nos jogos de guerra do século 21, nos quais se disputa o futuro: (i) ou perdura por mais algum tempo a dominação do já fracassado mundo unipolar sob 'comando' dos EUA -- talvez da Hilária "Vamos, vemos, todo mundo morre por lá" Clinton (Tesconjuro!); ou (ii) avança sobre o planeta o projeto de mundo multipolar sem comando dos EUA e coordenado pelos países BRICS.

O golpe no Brasil, a tentativa persistente de golpe na Venezuela, o avanço da direita na Argentina, dentre outros são, todos eles, eventos da grande disputa estratégica planetária em curso no século 21.
_____________________________________


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

null
Com Washington empenhada na maior expansão militar da história do mundo, sem qualquer atenção às ramificações globais de tamanhas arrogância e audácia, é mais que hora de a Rússia fazer um gesto simbólico no quintal dos EUA. 

No momento em que escrevo, três bombardeiros US B-52 Stratofortress acabam dedecolar de uma base norte-americana no estado de North Dakota, a caminho dos Estados Bálticos, onde participarão num jogo de guerra da OTAN que atende pelo codinome fofinho de "Golpe de Sabre" [ing. Saber Strike]. Esse congresso da gangue toda envolverá 10 mil soldados de 13 países da OTAN, além de vários aspirantes à condição de membro, como Suécia e Finlândia.


Se você pensa que a Rússia sente-se bem com essas danças de guerra anuais, é porque, provavelmente, anda assistindo a excesso de televisão ocidental.

Mas essa infindável provocação às portas da Rússia é apenas uma pequena amostra das aventuras comandadas pelos militares norte-americanos que estão acontecendo por toda a Europa Oriental, e que são diretamente responsáveis por empurrar as relações entre Moscou e Washington aos piores níveis desde, talvez, sempre.

Mês passado, por exemplo, o presidente Putin falou sobre o sistema de mísseis de defesa dos EUA que acaba de ser instalados na Romênia.

"São plataformas de lançamento e estações de radar. Hoje, estão sendo instalados mísseis Iskander em terra, com alcance de 500 quilômetros; em poucos anos, serão mísseis com alcance de 1.000 quilômetros. Já sabemos até a data aproximada de quando esses mísseis serão instalados. Como poderia isso não ser ameaça contra os russos? É clara ameaça contra nossas forças nucleares." Disse Putin a jornalistas, durante visita de dois dias à Grécia.

"Temos capacidade para responder" – disse ele. E acrescentou que Polônia e Romênia, graças às macacadas de Washington, que brinca com o equilíbrio estratégico do mundo,entrarão "na alça/área de mira" dos mortalmente precisos mísseis russos.

Mas há outras razões para estar muito preocupado com os inexplicáveis movimentos de poder da OTAN que dispararam os alarmes na Rússia.

Com a OTAN comandada pelos EUA continuando sua marcha mecanizada rumo ao leste, não seria surpresa que houvesse contatos mais frequentes com militares russos, ainda que passem despercebidos por observadores ocidentais. A CNN até se atreveu a propor a mais asinina das perguntas em manchete, nada menos: "Jatos russos fazem voos rasantes sobre navios e aviões russos. O que podem fazer os EUA?" Ora, para começar, podem parar com essas manobras militares tão próximas de territórios russos. Além do mais, não é preciso ser gênio militar para compreender que esses encontros têm alto potencial de resultar em desastre.

Considerem o que aconteceu em abril, quando o destroier USS Donald Cook entrou no Mar Báltico e avançou até 70 milhas náuticas (130 km; 81 mi) de Kaliningrado, enclave estratégico da Rússia aninhado entre a Lituânia e a Polônia. O grupo naval foi rapidamente visitado por dois jatos russos SU-27s desarmados, que realizaram vários voos a baixa altitude sobre o destroier dos EUA, o que não gerou efeitos piores que vídeos espetaculares. Pois mesmo assim, esse exemplo de "agressão russa" disparou a previsível tempestade de material jornalíxico sobre os EUA, com 'especialistas' batendo no peito, aos berros de que Putin seria "irresponsável". E o secretário de Estado John Kerry subiu o tom, e disse que as manobras aéreas dos russos justificariam "uma derrubada" [ing. "a shoot down"].

Interrompemos a coluna, para uma Notícia Urgente: o destroier Donald Cook não é equipado só com o mais sofisticado sistema de radar da Marinha dos EUA: é armado também até os dentes com mísseis Aegis-3, como parte do Sistema de Mísseis Balísticos de Defesa dos EUA. Dizer que essa embarcação de guerra é ameaça real às instalações militares russas em Kaliningrado ainda é dizer muito pouco.



Jogos militares russos na América Latina? 

Pensando nos que ainda não se deixaram convencer de que a Rússia tem fortes motivos para se preocupar muito com a aproximação frenética da máquina de guerra dos EUA, consideremos os fatos a partir da perspectiva geopolítica. Imaginemos que viramos o tabuleiro de xadrez geopolítico, e foi a Rússia quem plantou uma aliança militar de 28 países bem perto da fronteira dos EUA, por exemplo, na América Latina (e depois de Moscou ter prometido não ampliar o número de membros do bloco militar depois do fim da União Soviética).

Mas por que parar aí? Joguemos os dados mais uma vez e vejamos como Washington reagiria, se a Rússia tivesse despachado três bombardeiros TU-160 Blackjack para a América do Sul, para participar de jogos de guerra com Cuba, Venezuela e Brasil, por exemplo, poucas semanas depois de Moscou ter instalado um sistema de mísseis de defesa – que num clique 'vira' sistema de ataque – na Colômbia, digamos. Uaau! Atrevo-me a dizer que não há no mundo camisa de força capaz de conter as convulsões de fúria que eclodiriam em todas as salas de todos os prédios do governo dos EUA.

Agora, a cobertura desse bolo envenenado: imaginemos que os EUA tivessem de engolir essas provocações russas em seu quintal latino-americano, sem que Washington tivesse, em momento algum, cometido ataque não provocado contra qualquer país durante mais de 30 anos (OK, OK, sei que é difícil imaginar tal coisa, mas, por favor, esforcem-se para acompanhar o argumento). Então? Essa é precisamente a situação que a Rússia está tendo de enfrentar hoje. De fato, contra toda a desinformação e má informação que a mídia-empresa dominante vive de bombear para os cérebros ocidentais todos os dias da semana, 24 horas/dia, durante 30 anos, a verdade é que a Rússia muito tem trabalhado, nessas três décadas, para ajudar os EUA a atravessar seus infernos e águas procelosas.

Não acreditam? Quem foi o primeiro chefe de Estado a telefonar a George W. Bush depois dos ataques terroristas de 11/9 contra New York e Washington? Falava de Londres? De Paris? Acreditem: a chamada vinha de Moscou, e apesar da diferença de fuso horário! De fato, mais precisamente, quem estava ao telefone era Vladimir Putin. Mas, dado que ninguém acredita em conversa, o líder russo cuidou de apoiar suas palavras em ações, ações muito dignas e honrosas.

Aqui, o que o cineasta Oliver Stone e o historiador Peter Kuznick, em seu livro "The Untold History of the United States," [A história não contada dos EUA] escreveram sobre a generosa contribuição de Putin aos EUA, depois do 11/9: "Dia 24 de setembro, [Putin] anunciou um plano de cinco pontos de apoio à guerra ao terrorismo dos EUA. Não apenas ofereceu-se para partilhar inteligência e abrir o espaço aéreo russo aos EUA (...), mas também concordou e até facilitou o estacionamento de tropas norte-americanas no Oriente Médio."

No parágrafo seguinte, Stone e Kuznick explicaram como os EUA retribuíram com polidez:"Bush retribuiu a generosidade de Putin, com quebrar a promessa que Bush-pai fizera a Gorbachev e expandir a OTAN para ainda mais perto das fronteiras russas; de fato, cercou a Rússia com bases militares dos EUA e da OTAN (...). Essa segunda onda de expansionismo começou no final de 2002 e concluiu com a admissão, na OTAN, da Bulgária, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Lituânia, Latvia e Estônia em março de 2004."

Por mais que sejam EUA e os 28 países membros da OTAN quem concentram homens e armas junto às fronteiras da Rússia, quem fazem incansáveis jogos de guerra e massivo agitar de sabres, a Rússia é que é apresentada como agressora "ressurgente", dedicada a restaurar o fausto e a glória do império.

Assim sendo, o que está empurrando corações e mentes no Leste Europeu a crer que a Rússia seria algum tipo de ameaça existencial aos bons tempos que supõem que estejam vivendo? Nada mais agressivo e daninho que o som oco da propaganda e o tilintar do dinheiro.

O Leste Europeu é pasto para a propaganda 

Como jornalista, assistindo ao inexorável avanço da OTAN sobre a porta de entrada da Rússia, pergunto-me qual o cenário mais perturbador: a incansável campanha de propaganda anti-Rússia comandada pelo 'ocidente', que prepara o terreno para a instalação dos militares, ou a ingenuidade de gente que deposita toda sua fé no monte de bosta colorida fumegante que, noite após noite, as telas de TV despejam sobre eles e elas?


Não é dizer pouco, porque a propaganda sempre foi o lubrificante natural de exércitos em marcha: sem a demoníaca distorção da verdade – que a mídia-empresa existe para fazer e repetir sem parar –, divisões inteiras de exércitos ocidentais logo teriam de parar e retroceder.

Assim, no esforço para doutrinar os públicos audientes na ideia pervertida de que haveria uma "agressão russa", a mídia-empresa ocidental tem em seu arsenal dois eventos históricos que a própria mídia 'de informação' já cuidou de 'desinfetar' para consumo das massas. 

O primeiro é o conflito Russo-Georgiano de 2008, evento de cinco dias que começou dia 7 de agosto, quando forças da Geórgia iniciaram ataque militar, ao raiar do dia, contra Tskhinval, capital da Ossétia do Sul.

Embora você jamais tenha podido sequer suspeitar, considerados os 'relatos jornalísticos' daquele momento que chegaram ao ocidente, o ataque matou no primeiro momento, uma dezena de soldados russos da tropa de segurança e centenas de civis. Mas a mídia-empresa ocidental – que praticamente cobriu o conflito sem sair do gabinete do ex-presidente Mikhail Saakashvili, da Geórgia – desde o primeiro instante apresentou a Rússia como força agressora e a Geórgia como vítima indefesa.

Claro. Constatada a agressão, as forças russas não perderam tempo e, agredidas no primeiro ataque, entraram imediatamente em território da Geórgia e tomaram, é claro, algumas cidades. Que país agiria de outro modo? Seja como for, dia 8 de outubro seguinte, dois meses depois da primeira agressão, os russos já haviam completado a retirada dos seus soldados. De nada serviu, porque desde aquele dia os veículos da mídia-empresa ocidental vivem de apresentar esses eventos como se fossem a prova cabal e perfeita de más intenções dos russos.

Mesmo assim, e por inútil que tenha sido, investigadores independentes trabalhando sob ordens da Comissão Europeia chegaram a conclusão – tarde demais, mas, afinal, quem vive de migalhas não tem muita escolha – de que a Geórgia, não a Rússia, fora responsável pelo início das hostilidades.

"Pela avaliação dessa Missão, foi a Geórgia quem iniciou a guerra, ao atacar Tskhinval (na Ossétia do Sul) com artilharia pesada, na noite de 7-8 de agosto de 2008," como anuncioua diplomata suíça Heidi Tagliavini, que chefiou a investigação.

"Nenhuma das explicações oferecidas pelas autoridades da Geórgia, tentando alguma forma de justificação legal para o ataque pôde ser acolhida como explicação válida."

"Nenhuma".

Depois, veio a "tomada" da Crimeia pelos russos em 2014, no momento em que a Ucrânia era consumida por lutas internas e atacada por hordas de bandidos fascistas, grande parte das quais provocadas e estimuladas por agentes/interesses ocidentais lá mesmo, em Kiev. Mas como é possível que hoje o povo da Crimeia pareça satisfeito com o novo status de cidadãos da Federação Russa? Não faz sentido! E quanto a tanques e soldados e jatos de guerra – o equipamento militar essencial para qualquer "tomada" digna do nome?

Até a revista Forbes, embora contra a vontade, já admitiu que, um ano depois de a Rússia ter "tomado" a Crimeia, "pesquisa após pesquisa mostram que os crimeanos e residentes na Crimeia – sejam ucranianos, russos étnicos ou tártaros – estão praticamente todos de acordo: a vida com a Rússia é melhor que a vida com a Ucrânia".

Talvez, se a mídia ocidental afinal publicasse a verdadeira história, menos pessoas ignorariam tão completamente a real situação que cerca a Crimeia. Para começar, jamais aconteceu qualquer "tomada" da Crimeia por forças russas. Na verdade, dia 16/3/2014, o povo da Crimeia – com os mais diversos passados étnicos – votou quase unanimemente em referendo, a favor da reintegração à Federação Russa.

Assim foi. Sem soldados russos, sem uma gota derramada de sangue tão precioso.

Assim afinal se pode ver claramente que as ações beligerantes da OTAN na fronteira da Rússia são absolutamente sem fundamento e baseadas exclusivamente em boatos e histeria. Mas, claro, nada disso torna menos perigosa a beligerância da OTAN. Infelizmente, parece que o único modo de conseguir que o ocidente desperte e afinal compreenda o quanto é vasta a ignorância que ali reina sobre a Rússia, promovida e disseminada durante os últimos 30 anos, é fazê-los conhecer o temor, o lamento e o ranger de dentes provocados pela visão de exércitos estrangeiros ocupados em jogos de guerra, bem ali, no quintal do próprio ocidente. @Robert_Bridge

blogdoalok


Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2016/06/com-otan-chegando-la-e-hora-de-os.html

General americano aposentado quebra o silêncio e fala o que a NASA realmente encontrou em Marte

Já passou, há muito, tempo a hora de abrir as cortinas sobre este assunto.  Temos declarações das fontes mais confiáveis – aqueles em posição de saber – sobre um fascinante fenômeno, a natureza do que ainda está para ser determinado.”
A declaração acima vem de John Podesta, Chefe de Gabinete para Bill Clinton e Conselheiro de Barack Obama.  É uma mensagem poderosa, porque é verdadeira. Agora temos testemunhos de centenas sobre centenas de pessoas críveis de alto escalão, dentro do âmbito político, governamental, militar e de agências de inteligência, dizendo que os fenômenos dos OVNIs e extraterrestre é deveras real e merece uma atenção especial.

Também temos documentação oficial liberada para respaldar estas declarações.

Se você somar dois mais dois, fica claro que:

“Há uma evidência abundante de que estamos sendo contatados, de que civilizações têm nos contatado por muito tempo”, Dr. Brian O’Leary, ex-astronauta da NASA e Professor de Física da Universidade de Princeton.

Mas não é somente o fenômeno dos OVNIs/extraterrestre que parece estar ganhando mais transparência.  Coisas estranhas têm sido observadas no espaço.  Talvez seja por isto que o governo russo recentemente convocou uma investigação internacional a respeito de filmagens perdidas dos pousos lunares estadunidenses da NASA, ou porque o físico da Defesa dos EUA e o Gerente Adjunto da Missão Clementine à Lua recentemente fez uma delação sobre o que realmente está lá em cima.

O General Albert Stubblebine pode ser adicionado à longa lista.  Embora ele não participou da Audiência de Cidadãos para o desacobertamento dos OVNIs (onde uma quantidade de militares, políticos, acadêmicos e equipes de governo testemunharam em frente a vários ex-membros do Congresso dos EUA). Suas credenciais falam por si mesmas.

O General Stubblebine é um militar aposentado que foi o Comandante Geral da Inteligência do Exército dos EUA e do Comando de Segurança (sigla em inglês – INSCOM), bem como um dos mais distintos soldados e chefes da Inteligência do Exército dos Estados Unidos, com 16.000 soldados sob seu comando.

Ele foi um grande proponente da ‘física’ de guerra e jogador chave no projeto ‘Stargate‘, o qual foi um programa de visualização remota.  A visualização remota pode ser definida de múltiplas formas.  É a habilidade dos indivíduos de descrever uma localização geográfica remota em até várias centenas de milhares de quilômetros de distância de suas localizações físicas.

Estes programas foram a inspiração por detrás do filme “Men Who Stare At Goats” (Os Homens que Encaravam Cabras – BR)

Aqui está o que o General Stubblebine tinha a dizer sobre Marte, talvez graças a alguma informação de inteligência do Programa de Visualização Remota?

“Há estruturas na superfície de Marte.  Eu direi a você, para os registros, que há estruturas sob a superfície de Marte que não podem ser vistas pelas câmeras do Voyager que passaram em 1976.  Eu também direi a você que há máquinas no subsolo de Marte e que são máquinas que você pode olhar, você pode descobrir em detalhes, você pode ver o que elas são, onde estão, quem eles são e muitos outros detalhes sobre elas.” (Dolan, Richard. UFOs And The National Security State: New York: Richard Dolan Press) 


sempre questione

''É tarde demais para se esconder dos Extraterrestres'' Diz Cientista



Se uma civilização super avançada está lá fora, é muito provável que já sabem sobre a nossa existência. Com base nesta premissa que não somos os únicos seres inteligentes no universo, um grupo de cientistas está a desenvolver novas mensagens a serem enviadas para o espaço em busca de estabelecer contato. 
null
Douglas Vakoch, presidente da METI ( Messaging Inteligência Extraterrestre ) em San Francisco, CA, diz que os sinais enviados até agora são muito simples, com certeza muito primitiva para qualquer civilização que intercepte e, portanto, pode não ser fácil para eles interpretar uma forma de mensagem tão arcaica. " É tarde demais para se esconder no universo", disse Vakoch na revista Forbes . " É possível que os extraterrestres estejam à espera de uma indicação clara e concisa de nossa espécie e que estamos prontos para se comunicar com eles." 
Sua equipe METI Internacional lançou um projecto para desenvolver informações e mensagens, e ao mesmo tempo, desafiando o suficiente para motivar uma resposta do receptor. O plano é começar a enviar para o espaço no final de 2018, com destaque para aquelas mensagens direcionadas aos conceitos matemáticos básicos e cientistas universais. "O ideal é usar os poderosos transmissores de radar planetários, como o radiotelescópio de Arecibo", diz Vankoch. É precisamente através do radiotelescópio de Arecibo em 1974 que uma mensagem foi enviada para o espaço. A mensagem tinha um comprimento de 1679 bits e foi enviada na direção do aglomerado de estrelas chamado M13. Este objecto celeste localizado na direcção da constelação de Hércules, a uma distância de cerca de 25.000 anos-luz, é composto por cerca de 400.000 estrelas. A mensagem, projetada entre outros por Frank Drake e Carl Sagan, contém informações sobre o estado do sistema solar, nosso planeta e DNA humano. 

 As cores foram adicionados para realçar as diferentes partes. A mensagem original não tem nenhuma informação de cor. "
null
A mensagem de Arecibo não foi criptografada sobre a nossa localização na galáxia, para que qualquer et que detecte saiba de onde ela veio", explica Vakoch, cuja mensagem ideal seria incluir um mapa com a localização das estrelas que emitem radiação de neutrões periodicamente para que o destinatário saiba como nós definimos nossas coordenadas galácticas. " Além disso, o especialista acredita que novas mensagens devem incluir uma espécie de manual de instruções para facilitar o trabalho de decodificar as civilizações do cosmos. "Há uma série de suposições que fazemos sobre como uma inteligência não-humana poderia representar objetos tridimensionais em superfícies bidimensionais. Mesmo que os ets façam uso de imagens, pode ter um conjunto totalmente diferente da nossa compreensão", conclui. 

Na entrevista publicada na Forbes, Vakoch também acrescenta que as mensagens precisam ser mais detalhadas. Por exemplo, em vez de enviar alguns dados bioquímicos, deve incluir a tabela periódica dos elementos completamente. No entanto, nem todos os cientistas concordam em fornecer tal informação com estranhos e, em seguida, convidar -los para a sala de estar da nossa casa, porque nada nos garante que a civilização contatada terá boas intenções.

Urgente: Janot pede ao Supremo que envie caso de Lula e Delcídio a Sérgio Moro

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal que remeta ao juiz Sérgio Moro as investigações referentes ao ex-presidente Lula e ao ex-senador Delcídio Amaral. Em delação premiada, o ex-senador acusou o petista de tentar evitar que Nestor Cerveró colaborasse com a Lava Jato.

Empreiteiras da Lava Jato ainda recebem por contratos com o governo

O governo brasileiro continua pagando contratos firmados com pelo menos 11 empreiteiras investigadas por corrupção pela Operação Lava Jato. Até o último dia 6, a União pagou para essas empresas, só em 2016, R$ 662,6 milhões. Um levantamento realizado pelo Contas Abertas mostra que os valores vêm diminuindo em função da recessão econômica mas as empreiteiras, com raras exceções, não sofreram punições que as tenham impedido de continuar a executar as obras em andamento, e até mesmo de firmarem novos contratos. De 2013 para cá, o Tesouro Nacional já desembolsou R$ 9,2 bilhões para essas empresas. Ainda não se sabe ao certo quanto desse valor é superfaturado e/ou destinado a pagamento de propina.


Sigam-me

Paginas

INSCREVER-SE

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

DISSO VOCÊ SABIA ? - REVISTA

View my Flipboard Magazine.

ULTIMAS NOTÍCIAS

Saiba o que acontece no Brasil e no Mundo


Mensagens

A

A2